PROJETO IMUNIZAÇÃO PARA SEMPRE

PROJETO IMUNIZAÇÃO PARA SEMPRE


Publicado em: 06/04/2020 14:40 | Fonte/Agência: Departamento de Comunicação

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PROJETO IMUNIZAÇÃO PARA SEMPRE

ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE versus COVID-19: DIMINUIÇÃO DE DANOS

O projeto Imunização Para Sempre de autoria dos médicos, Silvana Salbego Piemolini Mozzaquatro e Rogério Riet Vargas Tomasi, foi criado como uma ferramenta adicional, somando-se ao arsenal de estratégias já aplicadas no enfrentamento da COVID-19.

Não se trata de ações referentes à mobilidade de uma população, assim como não se trata de ações referentes às medidas de contenção (por meio do uso de EPIs) ou testagem. Portanto, há total compatibilidade de incorporação das ações preconizadas neste Projeto, sem interferir ou contradizer com as ações adotadas até então, em qualquer lugar do mundo.

“Desde o dia 11 de março de 2020, a OMS decretou o estado de Pandemia, ou seja, já estamos derrotados no aspecto da contaminação, devendo, portanto, direcionar a atenção para o inevitável embate do organismo com o vírus”, destaca Tomasi.

O DISTANCIAMENTO SOCIAL É CORRETO?
Conforme os médicos, no caso do Brasil, sim. Essa é a única forma eficaz de “achatamento da curva”, como forma de proteção da capacidade de atendimento da rede de saúde.

QUAL É O PRINCIPAL OBJETIVO DO IMUNIZAÇÃO PARA SEMPRE?
É aumentar o controle das comorbidades, que já é realizado pelas equipes de Atenção Básica em Saúde, permitindo um significativo incremento da imunidade, e com isso a expansão do número de assintomáticos.

Transmitir informações críticas sobre riscos e cuidados básicos de saúde (alimentação, hidratação, sono, estresse, proteção do frio e outros), por meio de uma pujante campanha publicitária de conscientização.

Já que o contágio numa pandemia é praticamente inevitável, o objetivo principal do Imunização Para Sempre é aumentar o percentual de assintomáticos de 80% da população para 90% e diminuir os óbitos de 2% para 1%.

QUEM SÃO OS PRINCIPAIS SINTOMÁTICOS GRAVES?
A maior parte dos infectados que necessitam de internação e dos óbitos encontra-se no grupo de risco, que são pessoas acima de 60 anos e com comorbidades (diabetes, hipertensão, asma, problemas pulmonares, cardiopatias, fumantes, imunodeprimidos, depressão), em especial as comorbidades “em descontrole”.

O QUE FAÇO PARA MELHORAR O MEU SISTEMA IMUNOLÓGICO?
São dois pilares:
1°- Educação para melhorar e corrigir os hábitos de vida com boa alimentação, hidratação, bom sono e diminuição do estresse.
2° - Controle das comorbidades através das Equipes de Saúde da Família. Orientação nutricional, hábitos saudáveis e diminuição do tabagismo. Possibilitando assim melhora do sistema imunológico dos indivíduos e promoção preventiva da saúde e da vida.

E DEPOIS QUE A PANDEMIA PASSAR?
Em síntese, pode-se afirmar que é através dessa catástrofe mundial (pandemia por COVID-19) que o Brasil tem uma “janela de oportunidade” para demonstrar que o modelo de assistência universal do SUS (Sistema Único de Saúde) é o melhor sistema de saúde que uma nação pode estruturar a fim de realizar o combate de uma doença cujo espectro de alcance numa população também é universal. Portanto, somente por meio do uso providencial e otimizado da Atenção Primária à Saúde (já existente em todo território nacional) poderemos adotar um processo ágil e responsável de transição para a normalidade.


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